domingo, 7 de fevereiro de 2010

Will Smith

Hoje eu resolvi falar de dois filmes distintos do Will Smith. Adoro ver como ele vem crescendo com atuações cada vez melhores e além disso, vem escolhendo os roteiros certos, o cara é bom!

Eu Sou a Lenda

É um filme de ficção bastante interessante, com direção de Francis Lawrence e roteiro de Mark Protosevich e Akiva Goldsman, baseado em livro de Richard Matheson.
O filme fala sobre a criação de em terrível vírus incurável, que dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Will Smith) é um cientista militar que sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 5 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus
Ha alguns fatos interessantes neste filme, como o fato de o Will estar quase o tempo todo sozinho, contanto somente com a companhia de sua cadela. Eu acho muito dificil o que ele fez, conseguir segurar a atenção do público e mostrar a desolação de uma pessoa, perdida em meio a uma pessoa. Muito boa a cena dele paquerando a manequim, dá a impressão que ele está no limite da solidão, a mente busca se manter sã. E muito triste a morte da cadela. Bacana também foi a participação da brasileira Alice Braga. Vale apena assistir.

O outro...

Sete Vidas: É um daqueles filmes em que vc tem que assistir com algumas coisas em mente, que nem tudo o que parece é ou que pode realmente ser. O filme é um mistério intrigante e uma história de amor surpreendente, Sete Vidas levanta questões perturbadoras acerca da vida e da morte, arrependimento e perdão, estranhos e amizades, amor e redenção – e explora as relações que unem os destinos das pessoas de modos surpreendentes. Muito bom, gostei da atuações do Will (Ben Thomas) e da Rosario Dawson (Emily). No começo do filme vc se sente um pouco deslocado, mas nos últimos minutos, você vai ficar torcendo para que sua inteligência tenha te deixado na mão e tudo aquilo que você imagina que vai acontecer não se concretize. Pegue sua caixa de lenço de papel. Mas fique alerta, pois o choro também pode ser de raiva e/ou incredulidade. Muito bom! Ainda não consigo acreditar no final. Como um resumo seria muito ruim anexei um dos treilers, bom divertimento. Categoria: drama com direção de Gabriele Muccino.

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