quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

As Crônicas de Nárnia - O Sobrinho do Mago

Atualmente eu ando lendo as Cronicas de Nárnia, que é uma série de sete livros de romance para o público infantil, escrita pelo autor irlandês Clive Staples Lewis (conhecido simplesmente como C.S.Lewis). É a obra mais conhecida do autor, e a série é considerada um clássico da literatura infantil, tendo vendido mais de 120 milhões de cópias em 41 idiomas. Escrito por Lewis entre 1949 e 1954, e ilustrado por Pauline Baynes, as Crônicas de Nárnia usa caracteres da mitologia grega e nórdica, bem como os tradicionais contos de fadas.
Eu andei pesquisando sobre o autor e acabei descobrindo algumas coisas interessantes J. R. R. Tolkien foi um grande amigo de C.S.Lewis, um autor de inúmeras obras literárias. Tolkien e Lewis, juntamente de outros escritores, faziam parte do grupo "The Inklings", que consistia na discussão das histórias criadas pelos autores deste mesmo grupo.
A ordem de publicação não é a ordem cronologica. Mas eu resolvi ler na ordem cronologica, então eu começei com...

O Sobrinho do Mago

O livro foi concluído em 1954 e publicado em 1955, é o sexto livro da série a ser publicado, e o primeiro em ordem cronológica. Este romance narra os acontecimentos durante os primórdios de Nárnia, preenchendo as lacunas deixadas no livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa.
Sobrinho do Mago nos conta a criação do mundo de Nárnia e de como o professor Digory Kirke, o dono da casa que contém o guarda-roupa, entrou na história. Nela também se conhece o caráter multiverso de Nárnia com o Bosque entre Mundos, que possibilita o acesso a diferentes mundos através de lagos com dois anéis mágicos.

Neste livro, Lewis aproveita-se também para criticar a bomba atômica, quando Aslam compara-a com "a Palavra Execrável" que foi usada pela feiticeira Jadis (ou Feiticeira Branca) no seu mundo original, Charn, e que poderia trazer destruição semelhante para o nosso mundo.
Neste livro, Polly e Digory, ao tentarem aventurar-se numa casa vizinha, acabam encontrando uma passagem para uma sala secreta da casa do próprio Digory, onde seu tio fazia experiências com anéis que podiam nos levar para outros mundos.
Polly acaba como cobaia do tio André, e é mandada para o Bosque entre Mundos com os anéis mágicos. Lá encontram um lago que dá passagem para um mundo chamado Charn, onde Digory acha uma placa que motiva pegar um martelo e bater num sino. Digory faz o que a placa diz, e acaba libertando a Feiticeira Branca que logo após vem para o nosso mundo. Depois de muitas trapalhadas com o tio André, Polly e Digory conseguem mandar o tio, a Feiticeira e um cocheiro (juntamente com o seu cavalo) de volta ao Bosque entre Mundos, e em seguida para um mundo vazio, onde Aslam naquele exato momento começara a criar o mundo da Nárnia e os seus animais falantes e não-falantes.
Antes de sair da Terra, a feiticeira - com a sua incrível força - tinha arrancado um poste de Londres para amedrontar os outros. Então, quando chega a Nárnia, o poste acaba transformando-se no lampião do Ermo do Lampião. Aslam coroou de seguida o cocheiro Franco como o primeiro rei de Nárnia, e a mulher dele, Helena (que tinha sido transportada magicamente para Nárnia por Aslam), também foi coroada como a primeira rainha de Nárnia.
Digory leva então uma maçã mágica e prateada (que veio de uma árvore que tinha como função proteger Nárnia) para o nosso mundo, a fim de curar a sua mãe que estava doente, que acabou por ser curada depois de comer a maçã. Digory planta de seguida as sementes da maçã no quintal, fazendo nascer uma grande macieira que mais tarde forneceu a madeira para o guarda-roupa que aparece em O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa.

Gostei, mas o Tio André dava raiva. rsrs

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